
Lília Lopes
Lília Lopes licenciou-se em Interpretação na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo em 2013, e concluiu, em 2021, o mestrado em Encenação na Escola Superior de Teatro e Cinema.
Estudou em regime de intercâmbio na Escola de Comunicações e Arte / Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (Brasil) em 2018, e na University College of Falmouth (Inglaterra) em 2012/13. Frequentou o curso livre de Estética da Sociedade Nacional de Belas Artes entre 2019 e 2023.
Ao longo do seu percurso contactou com António Durães, Júnior Sampaio, Nuno M. Cardoso, Tiago Correia, João Mota, Bruno Bravo, Martim Pedroso, Carlos J. Pessoa, Jorge Silva Melo, Isabel Setti, Marcos Barbosa e Simão Luís.
Em 2019 atua em Degredo com encenação de Simão Luís. Em 2021 participou em Vernissage do Coletivo Provisório, em 2022 no espetáculo Perfátima e em 2023 interpretou a solo a performance Vigília de Rodolfo Freitas.
Editou em 2022 o seu primeiro livro o meu verbo é ir, o percurso de 12 mulheres que viveram à frente do seu tempo, sobre as histórias de vida de mulheres que viveram a transição entre o Estado Novo e Democracia, projeto financiado pelo Programa Garantir Cultura, e apoiado pela Força de Produção (Teatro Maria Matos).
Trabalha, atualmente, na estrutura Escola do Largo, cumprindo funções de produção, coordenação e docência no Colégio São João de Brito, e no projeto Ser é a Questão – programa PARTIS & ARTS FOR CHANGE (Fundação Calouste Gulbenkian) no Bairro Branco do Monte da Caparica.
Fundou e dirige o projeto embrionário A Miúda Gira, Associação Cultural, focada na criação de projetos artísticos com base no teatro.
